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	<title>E-Bee Sistemas &#187; Home office</title>
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		<title>Projetos na modalidade “e-work”, por que não?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 02:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos vivendo um momento 100% “on-line” onde temos diversas parafernálias que nos mantém conectados ao mundo(clientes, colaboradores e etc.). São muitos os recursos on-line, que vão desde controle de tarefas, cronogramas, versões de software, enfim, todos os aparatos necessários para desenvolvimento e controle de projeto, tudo isso disponível para que o cliente acompanhe em real-time [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_474" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.e-bee.com.br/site/wp-content/uploads/2009/04/worldconnect.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-474" title="worldconnect" src="http://www.e-bee.com.br/site/wp-content/uploads/2009/04/worldconnect-150x150.jpg" alt="e-Work" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">e-Work</p></div>
<p>Estamos vivendo um momento 100% “on-line” onde temos diversas parafernálias que nos mantém conectados ao mundo(clientes, colaboradores e etc.). São muitos os recursos on-line, que vão desde controle de tarefas, cronogramas, versões de software, enfim, todos os aparatos necessários para desenvolvimento e controle de projeto, tudo isso disponível para que o cliente acompanhe em real-time a sua evolução. No entanto, sinto que no Brasil, grande parte das empresas não estão acostumadas com essa modalidade de trabalho e até possuem um certo preconceito. Eu não consigo entender o porquê as empresas não enxergam as vantagens que terão ao contratar um projeto nessa modalidade. <span id="more-473"></span>Cito algumas dessas vantagens abaixo:<br />
1 – os colaboradores do projeto não perdem tempo com deslocamento até uma sede, e com isso há um aumento de produtividade;<br />
2 – há uma redução no custo do projeto, pois os custos de infra-estrutura são diluídos pelos colaboradores;<br />
3 – obrigatoriamente tudo que é discutido será documentado, evitando-se assim possíveis desacordos.<br />
Eu acho que essas empresas devem começar a pensar sim em aderir a essa modalidade de projeto. De fato é uma tendência.<br />
Das empresas que já participaram de um projeto nessa modalidade só ouvi elogios pela qualidade, produtividade e um orçamento visivelmente enxuto.</p>
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		<title>Home office segue a mesma legislação de colaborador que fica dentro da empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 09:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geralmente exercida por profissionais liberais ou autônomos, numa relação de prestação de serviço com seus clientes, a prática do home office, forma de trabalho realizada em lugar distante do escritório central ou centro de produção, começa também a ganhar adeptos entre os colaboradores celetistas (CLT). Permitir que o funcionário deixe o espaço físico da empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_468" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.e-bee.com.br/site/wp-content/uploads/2009/04/home-office.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-468" title="home-office" src="http://www.e-bee.com.br/site/wp-content/uploads/2009/04/home-office-150x150.jpg" alt="Foto de home office" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de home office</p></div>
<p>Geralmente exercida por profissionais liberais ou autônomos, numa relação de prestação de serviço com seus clientes, a prática do home office, forma de trabalho realizada em lugar distante do escritório central ou centro de produção, começa também a ganhar adeptos entre os colaboradores celetistas (CLT). Permitir que o funcionário deixe o espaço físico da empresa e exerça suas funções remotamente pode ser uma eficiente ferramenta de motivação. No entanto, não são raros os casos nos quais as empregadoras se sentem inibidas a adotar tal postura por receio das leis trabalhistas.<span id="more-467"></span></p>
<p>De acordo com Andréia Antonacci, consultora trabalhista previdenciária do Centro de Orientação Fiscal (Cenofisco), as leis para os trabalhadores home office são exatamente as mesmas das aplicadas a um colaborador “comum”. Na prática, isso significa que, no contrato, devem estar estipulados a jornada de trabalho e o período em que a pessoa deverá trabalhar. Além disso, explica a consultora, o profissional possui os mesmos direitos, como férias, 13º salário, bônus, vale refeição (se estiver no pacote, visto que não é um benefício obrigatório), recolhimento de FGTS, entre outros. A única exceção é a concessão do vale transporte que, por motivos óbvios, torna-se desnecessária.</p>
<p><strong>Monitoramento, a grande questão</strong></p>
<p>Mais utilizada por profissionais de vendas ou por aqueles cuja função é intelectual, como consultores, a prática de home office exige um elevado grau de confiança e responsabilidade de ambas a partes. “O grande receio da maioria das empresas são as formas de monitorar a jornada de trabalho desses colaboradores”, diz Andréia. Para minimizar essa preocupação, algumas medidas já podem ser adotadas.</p>
<p>Para trabalhadores que necessitam acessar a intranet da empresa, o controle pode ser realizado por meio da restrição do acesso ao sistema somente para os horários de trabalho estipulados no contrato. Outras companhias têm adotado a estratégia de conceder ao funcionário o computador de trabalho que tenha em si um leitor de digital, que mostra quando o profissional acessou a máquina. A senha, intransferível e inviolável, precisa ser renovada diversas vezes ao dia, de acordo com a periodicidade estipulada pela empregadora.</p>
<p>Outras formas de monitoramento são as checagens por meio de ligações telefônicas. “É chato ficar ligando o tempo todo para o colaborador com objetivo de verificar se ele está ou não produzindo, mas essa é uma ação legal”, diz Andréia. Colocar no contrato a obrigatoriedade de reuniões periódicas no escritório para cobrar resultados ou preservar a coesão e alinhamento da equipe também é uma atividade legítima. Nesses casos, o ônus do deslocamento até o local é arcado pela empresa.</p>
<p><strong>Riscos</strong></p>
<p>Se existem algumas técnicas que permitam o controle do trabalho do funcionário, a grande verdade é que a confiança entre as partes ainda é o elemento mais importante na relação profissional dessa natureza. Ou seja, os riscos existem. Se um empregado, com dificuldades para se organizar, passa a trabalhar à noite e um belo dia resolve entrar com uma ação exigindo adicional noturno, ele pode.</p>
<p>De maneira similar, caso um profissional, cuja produtividade tenha aumentado, consiga cumprir com suas obrigações num período de tempo menor que as oito horas, ele pode utilizar o tempo extra para afazeres pessoais. Dificilmente a empresa conseguirá provar esse procedimento. “Os riscos existem em qualquer relação profissional, independentemente de seu formato”, diz a consultora. “O que muda é a natureza dos problemas”, finaliza.</p>
<p><strong>Conheça algumas vantagens e desvantagens do homeoffice:</strong></p>
<p><strong>Vantagens para empresas:</strong></p>
<p>* economia com empregados</p>
<p>* facilidades de mudança do ramo de atividade, em caso de insucesso</p>
<p>* oferecimento de produtos e serviços melhores, com custos menores</p>
<p>* otimização de atividades</p>
<p><strong>Vantagens profissionais:</strong></p>
<p>* auto-gerenciamento profissional</p>
<p>* privacidade, desde que planejada</p>
<p>* redução de custos (aluguel, transporte, refeição e infra-estrutura básica)</p>
<p>* maior liberdade profissional</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Canal RH &#8211; por André Carvalho<br />
<strong>Imagem:</strong> img239.imageshack.us</p>
<p><em>ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte).</em></p>
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		<title>Qualidade de vida na prática, por André Brik</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 23:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Home office]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas empresas citam a qualidade de vida como um diferencial para seus funcionários, mas são poucas as que conseguem fazer isso na prática. Em matéria na edição de janeiro da Você S/A, o assunto de capa destaca a qualidade de vida como um dos focos para a carreira em 2009 dentre outros como Desafio, Estabilidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas citam a qualidade de vida como um diferencial para seus funcionários, mas são poucas as que conseguem fazer isso na prática. Em matéria na edição de janeiro da Você S/A, o assunto de capa destaca a qualidade de vida como um dos focos para a carreira em 2009 dentre outros como Desafio, Estabilidade, Remuneração, Ética e Missão, e Desenvolvimento.<span id="more-410"></span></p>
<p>Apesar de Qualidade de Vida estar no final da matéria, encaro como o item número 1 na minha carreira. É o que mais se adequa ao meu perfil e ao de muitos trabalhadores de home office. Na matéria, citam as empresas Ticket (serviços de alimentação) e Cisco (tecnologia) como exemplos de companhias que já aderiram ao trabalho de casa.</p>
<p>De acordo com a matéria, as vendas aumentaram em 40% depois da implantação do programa de home office para vendedores da Ticket. Na Cisco, os funcionários estão liberados para aparecer na empresa apenas uma vez por semana. Claro que estes colaboradores não podem pisar na bola e se deslumbrar com toda essa autonomia do próprio tempo. O que nos faz voltar à velha e também novíssima questão: o trabalho deveria ser medido pela produtividade e não pelo o que mostra o cartão-ponto. São os novos tempos, onde é possível trabalhar de onde se trabalha melhor.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.gohome.com.br/home-office/qualidade-de-vida-na-pratica/" target="_blank">Go Home</a> | Por: André Brik (<a href="http://www.gohome.com.br/" target="_blank">http://www.gohome.com.br/</a>)</p>
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		<title>Home office economizaria bilhões, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 02:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Home office]]></category>

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		<description><![CDATA[Menos de seis milhões de norte-americanos trabalham regularmente em casa e outros 33 milhões poderiam seguir o mesmo caminho Os norte-americanos poderiam economizar mais de US$ 500 bilhões com o chamado home office, segundo revelou uma pesquisa conduzida por Kate Lister e Tom Harnish. Eles indicaram que as empresas dos EUA poderiam adicionar mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Menos de seis milhões de norte-americanos trabalham regularmente em casa e outros 33 milhões poderiam seguir o mesmo caminho</em></p>
<p>Os norte-americanos poderiam economizar mais de US$ 500 bilhões com o chamado home office, segundo revelou uma pesquisa conduzida por Kate Lister e Tom Harnish. Eles indicaram que as empresas dos EUA poderiam adicionar mais de US$ 260 bilhões por ano em suas margens de lucro. Da mesma forma, clientes economizariam US$ 228 bilhões se selecionassem profissionais para trabalhar em casa.<span id="more-405"></span></p>
<p>O mesmo estudo, chamado de &#8220;Undress for Success &#8211; The Naked Truth about Working From Home&#8221;, apontou que o governo poderia economizar em torno de US$ 14 bilhões.</p>
<p>Segundo os autores, menos de seis milhões de norte-americanos trabalham regularmente em casa, sendo que mais da metade são profissionais liberais. Usando o censo EUA e dados de outros estudos, eles disseram que ao menos outros 33 milhões de norte-americanos poderiam, ou gostaria, de trabalhar em casa.</p>
<p>A economia calculada pelos pesquisadores vem do menor gasto com energia e aumento da produtividade, por exemplo.</p>
<p>De acordo com os relatos, a Sun Microsystems economia em torno de US$ 70 milhões anualmente com esse tipo de iniciativa, enquanto a Dow Chemical conseguiu cortar custos.</p>
<p>Empregos que prestam serviço de suas casas para Best Buy, JD Edwards e American Express produzem de 20% a 40% mais do que os trabalhadores que se locomovem até às sedes das empresas, segundo a pesquisa.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> por K.C. Jones | InformationWeek EUA</p>
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